ERIANE
ARAUJO DOS SANTOS
CRISTIELE CARNEIRO DE OLIVEIRA
JAILZA DE LIMA OLIVEIRA
LARISSA SANTOS DO SACRAMENTO
LUCIMARA DE OLIVEIRA SOARES
NAISE PASTOR DE ALMEIDA
CRISTIELE CARNEIRO DE OLIVEIRA
JAILZA DE LIMA OLIVEIRA
LARISSA SANTOS DO SACRAMENTO
LUCIMARA DE OLIVEIRA SOARES
NAISE PASTOR DE ALMEIDA
OFICINA DIDÁTICA:
O USO DO WHATSAPP COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
PLANO DA OFICINA
DISCIPLINA:
TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação
TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação
COORDENAÇÃO:
Professora Giovana Marget
Professora Giovana Marget
DISCENTES/EXECULTORAS:
Eriane
Araujo dos Santos
Cristiele Carneiro de Oliveira
Jailza de Lima Oliveira
Larissa Santos do Sacramento
Lucimara de Oliveira Soares
Naise Pastor de Almeida
Cristiele Carneiro de Oliveira
Jailza de Lima Oliveira
Larissa Santos do Sacramento
Lucimara de Oliveira Soares
Naise Pastor de Almeida
TEMA:
Ferramenta – WHATSAPP
Ferramenta – WHATSAPP
TÍTULO:
O Whatsapp como Ferramenta no Processo de Ensino e Aprendizagem
O Whatsapp como Ferramenta no Processo de Ensino e Aprendizagem
PÚBLICO
ALVO:
Estudantes do 5º Semestre do Curso de Licenciatura em Pedagogia
Estudantes do 5º Semestre do Curso de Licenciatura em Pedagogia
CARGA
HORÁRIA:
4 horas
4 horas
DATA:
Dia 29 de Setembro de 2015 (Terça Feira)
Dia 29 de Setembro de 2015 (Terça Feira)
OBJETIVO
Proporcionar
momentos de interação através do uso do aplicativo Whatsapp no processo de
ensino e aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONTEÚDOS:
JUSTIFICATIVA
A
proposta dessa oficina é conhecer as possibilidades do uso do Whatsapp na sala
de aula, favorecendo o processo de ensino e aprendizagem. Sabemos que o uso das
tecnologias por parte dos alunos esta cada dia mais avançando, muitos de nossos
alunos tem o domínio maior que o professor, causando na sala de aula a inversão
de papeis, pois o professor não domina o saber, ele compartilha as
experiências. Chamamos hoje o uso do aparato tecnológico o Whatsapp como uma
febre da revolução da tecnologia no mundo e ele esta presente na sala de aula.
A
proposta da oficina é conhecer como esse aparato pode ajudar na proposta pedagógica.
Na nossa oficina usamos como proposta criar um grupo de pessoas no Whatsapp, e
jogar temas específicos para a discussão.
METODOLOGIA
Para
iniciar nossa oficina vamos fazer uma dinâmica de acolhida para apresentação
das pessoas, e iremos utilizar o painel das emoções do Whatsapp. Logo em
seguida vamos apresentar o tema da oficina usando slides para falar um pouco
sobre o que é o Whatsapp e sua proposta didática na sala de aula, trazendo um
levantamento de dados da nossa própria sala, no qual consta a quantidade de
pessoas que possuem o aplicativo no seu celular. Após falar um pouco do tema
vamos fazer uma dinâmica, onde cada pessoa tira um papel que esta dentro da
caixa, e neste papel vai esta a cor indicado do grupo. Vamos dividir a sala em
4 grupos. O primeiro grupo vai ficar com o tema evasão escolar; o segundo
participação da família na escola; o terceiro déficit de aprendizagem; e o quarto
grupo o uso das tecnologias na sala de aula. Após dividir os grupos vamos
distribuir as tarefas enviar vídeos referentes aos temas de cada grupo, para o
grupo do Whatsapp e entregar textos com os referidos temas, para que os grupos
na sala discutam e depois no grupo do Whatsapp deixe os comentários de acordo
com a pergunta lançada nos grupos. Estipular 30 min para que os grupos se
organizem para postar as respostas no grupo do Whatsapp. As respostas e
comentários dos textos discutidos irão ser postados no grupo, após cada grupo
postar seu texto o grupo seguinte tem o direito de comentar sobre o assunto e
assim com todos os grupos, todos devem participar do debate. Após terminar o
tempo previsto vamos a uma roda de conversa socializar a experiência e avaliação
da oficina.
RECURSOS
TEXTOS
DISPONIBILIZADOS
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FAMÍLIA E ESCOLA
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A
família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos
princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que
desejam atingir.
Ressalta-se
que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que
atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro
melhor. O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma
simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que
venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações
que surgem na sociedade. Existem diversas contribuições que tanto a família
quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno
respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser
considerados como prioridade para ambas as partes.
Diante
do insucesso de um aluno, a escola e a família passam a se cobrar: "Onde
foi que vocês falharam?" A família questiona a escola por ser ela a
responsável pelo ensino. A escola questiona a família pelo fato de que, se
alguns conseguem aprender, o problema dos malsucedidos só pode vir de fora.
Todos têm razão, mas ninguém está certo. Por outro lado, não basta as duas
culparem a si mesmas, pois uma professora ou uma mãe nem sempre encontrarão resposta
ao se perguntar "Onde foi que eu falhei?". O problema não está
separadamente em nenhum dos lados, muito menos nos estudantes - razão de ser da
relação entre os dois. Não faz nenhum sentido tomá-los como culpados.
Crianças
e jovens são levados para a escola com o objetivo de que aprendam os conteúdos
e desenvolvam competências que os preparem para a vida. Os educadores esperam
que cheguem à sala de aula interessados em aprender, prontos para o convívio
social e para o trabalho disciplinado. Quando as expectativas dos dois lados se
frustram, surge um círculo vicioso de reclamações recíprocas que devem ser
evitadas com a adoção de atitudes de co-responsabilidade. Vamos ver como
promover isso, começando por recusar velhas desculpas, de que nada se pode fazer
com "as famílias de hoje" ou com "as escolas de
hoje".
No
início de cada bimestre ou trimestre, as crianças e seus responsáveis - mães,
pais, irmãos, tias ou avós - devem ser informados sobre quais atividades serão
realizadas em classe e em casa, de que recursos elas farão uso, que
aprendizagem se espera em cada disciplina e que novas habilidades
desenvolverão. Esse é o momento, ainda, para que todos apresentem demandas e
sugestões. Ao promover esse encontro, os professores, em conjunto com a direção
e a coordenação, precisam ter clareza das expectativas de aprendizagem e das
atividades previstas na proposta curricular, realizadas num projeto pedagógico
efetivo. Isso já é um bom começo.
Nesses
encontros, os pais ou responsáveis participam da análise dos resultados do
período anterior e recebem instrumentos e critérios para acompanhar em casa o
desenvolvimento dos filhos no período seguinte e para ouvir as percepções
pessoais dos estudantes sobre a vida escolar. No caso de omissão da família,
esse acompanhamento deve ser feito por um educador de referência, pelos pais de
um amigo do estudante ou de outra forma sugerida pelo conselho escolar.
Além de
ter um desempenho melhor, cada aluno passa a se perceber reconhecido em suas
buscas e necessidades. Soma-se a isso o fato de que a convicção de ser
considerado é um importante ingrediente da vida social. Há escolas que já fazem
isso e as que começarem a fazer estarão constituindo de fato uma comunidade
pela primeira vez - e isso não é pouca coisa. Cabe a estados e municípios
desenvolver meios para esse envolvimento familiar em toda a rede, mas nada
impede que cada unidade crie isso independentemente. Ao aproximar-se o fim do
ano letivo, momento certo para planejar o próximo, vale eleger como tema da
próxima reunião pedagógica o estabelecimento de uma melhor relação com as
famílias.
REFERENCIA: http://educador.brasilescola.com/sugestoes-pais-professores/a-importancia-parceria-familia-escola.htm
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DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM
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Para
muitos, as expressões “dificuldade” e “transtorno” de aprendizagem têm o mesmo significado.
Mas vale enfatizar que são dois problemas diferentes e que se manifestam e
devem ser tratadas de maneiras distintas.
As dificuldades de aprendizagem, normalmente, estão relacionadas a fatores externos que acabam interferindo
no processo do aprender do estudante, como a metodologia da escola e dos
professores, a influência dos colegas…
Em
contrapartida, os transtornos, normalmente, estão intrínsecos e fazem
parte do aluno, seja uma disfunção neurológica, química, fatores hereditários,
imaturidade…
Partindo do princípio que, para muitos, dificuldades e transtornos têm o mesmo significado,
podemos citar quais são as principais dificuldades
de aprendizagem:
– Transtorno de Déficit de Atenção com ou sem
Hiperatividade: é
um problema de desatenção com ou sem hiperatividade (quando a criança é
agitada e não consegue parar quieta. Elas se machucam com mais frequência, não
têm paciência, interrompem conversas…;
– Discalculia: dificuldade
de aprender tudo o que está relacionado a números como: operações matemáticas;
dificuldade de entender os conceitos e a aplicação da matemática; seguir
sequências; classificar números…;
– Dislalia: um distúrbio de fala, caracterizado pela
dificuldade em articular as palavras e pela má pronunciação, omitindo,
acrescentando, trocando ou distorcendo os fonemas;
– Disortografia: dificuldade
de aprender e desenvolver as habilidades da linguagem escrita, é um transtorno
específico da grafia que, geralmente, acompanha a dislexia.
Ainda que muitos pensem que transtorno e dificuldade
de aprendizagem seja
o mesmo, é importante ter conhecimento sobre a diferença entre eles. Antes de
procurar um professor particular para o seu filho, busque um diagnóstico
clínico para saber quais os seus problemas de aprendizagem. Confundir transtorno com dificuldades pode acarretar sérios problemas
na vida do sujeito e tratá-los da mesma maneira, provavelmente, não surtirá o
efeito desejável.
O psicopedagogo é um profissional especializado para
diagnosticar os problemas no processo de aprendizagem do estudante, caso você
queira descobrir quais os problemas de aprendizagem de seu filho, entre em contato com a nossa equipe e marque um
horário conosco.
REFERENCIA: http://www.brasil.gov.br/educacao/2014/07/dificuldade-de-aprendizagem-requer-avaliacao-especializada
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TECNOLOGIA E SALA DE AULA
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Em um
mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de
forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar
da geração que está nos bancos escolares. A opinião é de Maria Elizabeth
Bianconcini de Almeida, coordenadora e docente do Programa de Pós-Graduação em
Educação: Currículo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Defensora
do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) em sala de
aula, Beth Almeida faz uma ressalva: a tecnologia não é um enfeite e o
professor precisa compreender em quais situações ela efetivamente ajuda
noaprendizado dos alunos. "Sempre pergunto aos que usam a tecnologia
em alguma atividade: qual foi a contribuição? O que não poderia ser feito
sem a tecnologia? Se ele não consegue identificar claramente, significa que não
houve um ganho efetivo", explica.
Nesta
entrevista para NOVA ESCOLA, a especialista no uso de novas tecnologias em
Educação, formação docente e gestão falou sobre os problemas na formação
inicial e continuada dos professores para o uso de TICs e de como integrá-las
ao cotidiano escolar.
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EVASÃO ESCOLAR
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A evasão
escolar ocorre quando o aluno deixa de frequentar a aula, caracterizando
o abandono da escola durante o ano letivo. No Brasil, a evasão
escolar é um grande desafio para as escolas, pais e para o sistema educacional.
Segundo dados doINEP (Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Anísio Teixeira),
de 100 alunos que ingressam na escola na 1ª série, 5 não concluem o ensino fundamental, ou seja, 95 terminam a 8ª série
(IBGE, 2007).
Em
2007, 4,8% dos alunos matriculados no Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries/1º ao
9º ano) abandonaram a escola. Embora o índice pareça pequeno, corresponde a
quase um milhão e meio de alunos. No mesmo ano, 13,2% dos alunos que cursavam
o Ensino Médio abandonaram a escola, o que corresponde
a pouco mais de um milhão de alunos. Muitos desses alunos retornarão à escola,
mas em uma incômoda condição de defasagem idade/série, o que pode causar
conflitos e possivelmente nova evasão. As causas da evasão escolar são
variadas. Condições socioeconômicas, culturais, geográficas ou mesmo questões
referentes aos encaminhamentos didáticos – pedagógicos e a baixa qualidade do
ensino das escolas podem ser apontadas como causas possíveis para a evasão escolar
no Brasil.
OS MOTIVOS PARA O ABANDONO DA ESCOLA
Dentre
os motivos alegados pelos pais ou responsáveis para a evasão dos alunos, são
mais frequentes nos anos iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª séries/1º ao
9º ano) os seguintes: Escola distante de casa, falta de transporte escolar, não
ter adulto que leve até a escola, falta de interesse e ainda
doenças/dificuldades dos alunos.
Ajudar
os pais em casa ou no trabalho, necessidade de trabalhar, falta de interesse e
proibição dos pais de ir à escola são motivos mais frequentes alegados pelos
pais a partir dos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª séries) e pelos
próprios alunos no Ensino Médio. Cabe lembrar que, segundo a legislação
brasileira, o ensino fundamental é obrigatório para as crianças e adolescentes
de 6 a 14 anos, sendo responsabilidade das famílias e do Estado garantir a eles
uma educação
integral.
Segundo
a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB9394/96) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), um número elevado de faltas sem
justificativa e a evasão escolar ferem os direitos das crianças e dos
adolescentes. Nesse sentido, cabe a instituição escolar valer-se de todos os
recursos dos quais disponha para garantir a permanência dos alunos na escola.
Prevê ainda a legislação que esgotados os recursos da escola, a mesma deve
informar o Conselho
Tutelar do Município
sobre os casos de faltas excessivas não justificadas e de evasão escolar, para
que o Conselho tome as medidas cabíveis.
PERGUNTAS MOBILIZADORAS
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01 Grupo –
Evasão Escolar -
Quais praticas cotidiana a escola deve repensar para reverter a evasão
escolar?
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02 Grupo –
Família e Escola -
A participação dos Pais no cotidiano escolar dos filhos é um fator
determinante para o desempenho do aluno na escola. Sendo assim, como garantir
uma boa interação entre a escola e a família. Exercendo o papel da família na
formação dos filhos?
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03 Grupo –
Dificuldade na Aprendizagem - As escolas estão preparadas para
ajudar os estudantes que apresentam dificuldades de aprendizagem? Como a
escola pode transformar esta realidade?
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04 Grupo -
Tecnologias -
Em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma
integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que
está nos bancos escolares. Desta forma, como o currículo escolar pode estar
associado as novas possibilidades tecnológicas?
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QUESTIONÁRIO
QUESTAIONÁRIO SOBRE A UTILIZAÇÃO
DO WHATSAPP
1 – VOCÊ
UTILIZA O APLICATIVO WHATSAPP?
a) ( ) SIM
b) ( ) NÃO
PORQUE NÃO (
) NÃO TENHO A APLICATIVO NO CELULAR
(
) ACHO QUE NÃO FUNCIONA
( )
TENHO DIFICULDADES EM UTILIZAR O APLICATIVO
( )
OUTRO (FAVOR ESCREVER O MOTIVO À FRENTE)
2 – SE TIVESSE O
APLICATIVO/FOSSEM PASSADAS MAIS
INFORMAÇÕES DE COMO UTILIZA-LO, VOCÊ FARIA USO DESSE APLICATIVO PARA PARTICIPAR
DO GRUPO DA SALA DE AULA?
a)
SIM
b)
NÃO
3 –
QUAIS AS VANTAGENS DE UTILIZAR O WHATSAPP PARA ESCLARECER DÚVIDAS SOBRE
ASSUNTOS DA SALA DE AULA E QUE TIPO DE DÚVIDAS VOCÊS TIRAM?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4 –
QUAIS AS DESVANTAGENS DE UTILIZAR O WHATSAPP PARA ESCLARECER DÚVIDAS?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5 –
VOCÊ ACHA QUE A UTILIZAÇÃO DO WHATSAPP CONTRIBUI DE ALGUMA FORMA PARA MELHORAR
O SEU RELACIONAMENTO COM A TURMA? POR QUÊ?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
6 –
FAÇA COMENTÁRIOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DO WHATSAPP PARA ESCLARECER DÚVIDAS SOBRE
OS CONTEÚDOS DA SALA DE AULA.
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
ANALISE
DE DADOS (QUESTIONÁRIO)
Analise
de dados referentes ao questionário sobre a utilização do Whatsapp na qual vinte alunos responderam. Quando perguntamos sobre
a utilização do aplicativo dezessete pessoas responderam que sim, e três
responderam que não utilizam por não ter o aplicativo no celular e por ter
dificuldade de utilizar. As maiorias das pessoas que responderam que fariam o
uso do aplicativo para participar do grupo da sala de aula e apenas cinco
disseram que não. Sobre as vantagens de utilizar o Whatsapp para esclarecer dúvidas sobre os assuntos da sala de aula
e quais tipos de dúvidas tiram, os vinte alunos responderam que as vantagens
são inúmeras e é um aplicativo acessível em quase todo tipo de celular, podendo
ser usado para tirar dúvidas referentes a trabalhos, aulas, com os colegas e
com o professor. Já nas desvantagens o ponto mais citado pelos participantes
foi a falta de internet em alguns momento e quando postam conteúdos que não são
interessantes. Nas questões finais quando perguntamos se achavam que a
utilização do Whatsapp contribui de
alguma forma para melhorar o seu relacionamento com a turma os vinte
participantes responderam que sim, pois podemos nos comunicar longe dos muros
da universidade, sendo que o aplicativo garante a participação múltipla atreves
de grupos com a turma.
CONCLUSÃO/
RESULTADOS
Concluímos que esse
trabalho mostra que o aplicativo WhatsApp pode ser uma das ferramentas de
auxilio entre professores e alunos ajudando a sanar dúvidas e na participação
dos mesmo para intervirem na aprendizagem. O envolvimento deve ser geral e com
a participação do professor mediando o grupo o aplicativo WhatsApp pode ser uma
ferramenta utilizada na educação.
A oficina teve grande
relevância para compreender, a importância do aplicativo reconhecendo seus
limites e possibilidades. A proposta de realizar a oficina didática aconteceu
conforme foi planejado pela equipe, os momentos iniciais acolhimento e
apresentação da turma foram ótimos, foi realizado uma breve apresentação sobre
os principais conceitos do WhatsApp e sobre seus criadores, e então apresentado
a proposta a turma, todos participaram ativamente e ficou evidente que houve
interação e todos discutiram e compartilharam suas opiniões.
Após o debate através
do aplicativo todos cantaram a música “Mais uma Vez” de Legião Urbana, e foi
feito um vídeo desse momento para “postar” no grupo do whatsapp da oficina, foi
um momento ótimo de descontração. Então toda a turma apresentou os resultados
das discusões apresentando os diferentes temas propostos pela equipe, foi
interessante quando as pessoas realizavam as ligações de um tema com outro,
facilitou e firmou a aprendizagem.
Então a turma realizou
o questionário para que conhecêssemos mais sobre como o aplicativo que está
presente na vida das pessoas e os resultados foram ricos e que merecem uma
análise mais discutida e ampliada. Então foram entregues as lembrancinha que
foi uma pipoca e um lápis com o símbolo do aplicativo e toda a equipe agradeceu
pelo momento de construção e troca que ocorreu durante a tarde.
Dessa forma nossa
oficina aconteceu conforme planejado, atingindo nosso objetivo que apresentar o
potencial desse aplicativo, já que é quando nos comunicamos, trocamos
mensagens, refletimos em grupo, mesmo virtual, que podemos promover momentos de
aprendizagens mais prazerosas onde o professor faz a mediação, apontando os
caminhos que devem ser traçados.
REFERENCIAS
HONORATO, Wagner
de Almeida Moreira. REIS, Regina Sallete Fernandes. Whatsapp uma nova ferramenta para o ensino. Simpósio de Desenvolvimento, Tecnologias e
Sociedade. Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI Profissional em ensino de
Ciências.
CAON, Ângelo
Pedrote. SANTOS, Lilian Regina Araujo dos. Possibilidades
e Limites do ensino de matemática por meio do whatsapp. Sociedade
Brasileira de Matemática, Regional Espírito Santo
ARAÚJO, Patricio
Câmara. BOTTENTUIT JUNIOR, João Batista. O
aplicativo de comunicação Whatsapp como estratégia no ensino de Filosofia.
In: Temática. Fevereiro 2015
SLIDE -

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