Powered By Blogger

terça-feira, 17 de novembro de 2015

OFICINA WHATSAPP

ERIANE ARAUJO DOS SANTOS
CRISTIELE CARNEIRO DE OLIVEIRA
JAILZA DE LIMA OLIVEIRA
LARISSA SANTOS DO SACRAMENTO
LUCIMARA DE OLIVEIRA SOARES
NAISE PASTOR DE ALMEIDA

OFICINA DIDÁTICA: O USO DO WHATSAPP COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM



PLANO DA OFICINA

DISCIPLINA:
TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação

COORDENAÇÃO:
Professora Giovana Marget

DISCENTES/EXECULTORAS:
Eriane Araujo dos Santos
Cristiele Carneiro de Oliveira
Jailza de Lima Oliveira
Larissa Santos do Sacramento
Lucimara de Oliveira Soares
Naise Pastor de Almeida

TEMA:
Ferramenta – WHATSAPP

TÍTULO:
O Whatsapp como Ferramenta no Processo de Ensino e Aprendizagem

PÚBLICO ALVO:
Estudantes do 5º Semestre do Curso de Licenciatura em Pedagogia

CARGA HORÁRIA:
4 horas

DATA: 
Dia 29 de Setembro de 2015 (Terça Feira)


OBJETIVO

Proporcionar momentos de interação através do uso do aplicativo Whatsapp no processo de ensino e aprendizagem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
*      Compreender o funcionamento do aparato tecnológico Whatsapp;
*      Abordar as possibilidades do aplicativo Whatsapp para o uso educacional;
*      Analisar a importância do aplicativo Whatsapp como ferramenta didática.

CONTEÚDOS:
*      Whatsapp
*      Ferramenta Didática
*      Evasão Escolar
*      Participação da Família da escola
*      Déficit de Aprendizagem
*      Uso da tecnologias na sala de aula

JUSTIFICATIVA

A proposta dessa oficina é conhecer as possibilidades do uso do Whatsapp na sala de aula, favorecendo o processo de ensino e aprendizagem. Sabemos que o uso das tecnologias por parte dos alunos esta cada dia mais avançando, muitos de nossos alunos tem o domínio maior que o professor, causando na sala de aula a inversão de papeis, pois o professor não domina o saber, ele compartilha as experiências. Chamamos hoje o uso do aparato tecnológico o Whatsapp como uma febre da revolução da tecnologia no mundo e ele esta presente na sala de aula.
A proposta da oficina é conhecer como esse aparato pode ajudar na proposta pedagógica. Na nossa oficina usamos como proposta criar um grupo de pessoas no Whatsapp, e jogar temas específicos para a discussão.


METODOLOGIA

Para iniciar nossa oficina vamos fazer uma dinâmica de acolhida para apresentação das pessoas, e iremos utilizar o painel das emoções do Whatsapp. Logo em seguida vamos apresentar o tema da oficina usando slides para falar um pouco sobre o que é o Whatsapp e sua proposta didática na sala de aula, trazendo um levantamento de dados da nossa própria sala, no qual consta a quantidade de pessoas que possuem o aplicativo no seu celular. Após falar um pouco do tema vamos fazer uma dinâmica, onde cada pessoa tira um papel que esta dentro da caixa, e neste papel vai esta a cor indicado do grupo. Vamos dividir a sala em 4 grupos. O primeiro grupo vai ficar com o tema evasão escolar; o segundo participação da família na escola; o terceiro déficit de aprendizagem; e o quarto grupo o uso das tecnologias na sala de aula. Após dividir os grupos vamos distribuir as tarefas enviar vídeos referentes aos temas de cada grupo, para o grupo do Whatsapp e entregar textos com os referidos temas, para que os grupos na sala discutam e depois no grupo do Whatsapp deixe os comentários de acordo com a pergunta lançada nos grupos. Estipular 30 min para que os grupos se organizem para postar as respostas no grupo do Whatsapp. As respostas e comentários dos textos discutidos irão ser postados no grupo, após cada grupo postar seu texto o grupo seguinte tem o direito de comentar sobre o assunto e assim com todos os grupos, todos devem participar do debate. Após terminar o tempo previsto vamos a uma roda de conversa socializar a experiência e avaliação da oficina.


RECURSOS


*      Papel Ofício
*      Lápis
*      Emborrachado
*      Cola
*      Papel cartão
*      Pipoca
*      Saquinho
*      Fita
*      Durex
*      Data show
*      Notbook
*      Pendrive


TEXTOS DISPONIBILIZADOS

FAMÍLIA E ESCOLA

A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.
Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor. O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade. Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser considerados como prioridade para ambas as partes.
Diante do insucesso de um aluno, a escola e a família passam a se cobrar: "Onde foi que vocês falharam?" A família questiona a escola por ser ela a responsável pelo ensino. A escola questiona a família pelo fato de que, se alguns conseguem aprender, o problema dos malsucedidos só pode vir de fora. Todos têm razão, mas ninguém está certo. Por outro lado, não basta as duas culparem a si mesmas, pois uma professora ou uma mãe nem sempre encontrarão resposta ao se perguntar "Onde foi que eu falhei?". O problema não está separadamente em nenhum dos lados, muito menos nos estudantes - razão de ser da relação entre os dois. Não faz nenhum sentido tomá-los como culpados. 
Crianças e jovens são levados para a escola com o objetivo de que aprendam os conteúdos e desenvolvam competências que os preparem para a vida. Os educadores esperam que cheguem à sala de aula interessados em aprender, prontos para o convívio social e para o trabalho disciplinado. Quando as expectativas dos dois lados se frustram, surge um círculo vicioso de reclamações recíprocas que devem ser evitadas com a adoção de atitudes de co-responsabilidade. Vamos ver como promover isso, começando por recusar velhas desculpas, de que nada se pode fazer com "as famílias de hoje" ou com "as escolas de hoje". 
No início de cada bimestre ou trimestre, as crianças e seus responsáveis - mães, pais, irmãos, tias ou avós - devem ser informados sobre quais atividades serão realizadas em classe e em casa, de que recursos elas farão uso, que aprendizagem se espera em cada disciplina e que novas habilidades desenvolverão. Esse é o momento, ainda, para que todos apresentem demandas e sugestões. Ao promover esse encontro, os professores, em conjunto com a direção e a coordenação, precisam ter clareza das expectativas de aprendizagem e das atividades previstas na proposta curricular, realizadas num projeto pedagógico efetivo. Isso já é um bom começo. 
Nesses encontros, os pais ou responsáveis participam da análise dos resultados do período anterior e recebem instrumentos e critérios para acompanhar em casa o desenvolvimento dos filhos no período seguinte e para ouvir as percepções pessoais dos estudantes sobre a vida escolar. No caso de omissão da família, esse acompanhamento deve ser feito por um educador de referência, pelos pais de um amigo do estudante ou de outra forma sugerida pelo conselho escolar. 
Além de ter um desempenho melhor, cada aluno passa a se perceber reconhecido em suas buscas e necessidades. Soma-se a isso o fato de que a convicção de ser considerado é um importante ingrediente da vida social. Há escolas que já fazem isso e as que começarem a fazer estarão constituindo de fato uma comunidade pela primeira vez - e isso não é pouca coisa. Cabe a estados e municípios desenvolver meios para esse envolvimento familiar em toda a rede, mas nada impede que cada unidade crie isso independentemente. Ao aproximar-se o fim do ano letivo, momento certo para planejar o próximo, vale eleger como tema da próxima reunião pedagógica o estabelecimento de uma melhor relação com as famílias.



DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM 

Para muitos, as expressões “dificuldade” e “transtorno” de aprendizagem têm o mesmo significado. Mas vale enfatizar que são dois problemas diferentes e que se manifestam e devem ser tratadas de maneiras distintas.
As dificuldades de aprendizagem, normalmente, estão relacionadas a fatores externos que acabam interferindo no processo do aprender do estudante, como a metodologia da escola e dos professores, a influência dos colegas…
Em contrapartida, os transtornos, normalmente, estão intrínsecos e fazem parte do aluno, seja uma disfunção neurológica, química, fatores hereditários, imaturidade…
Partindo do princípio que, para muitos, dificuldades e transtornos têm o mesmo significado, podemos citar quais são as principais dificuldades de aprendizagem:

– Transtorno de Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade: é um problema de desatenção com ou sem hiperatividade (quando a criança é agitada e não consegue parar quieta. Elas se machucam com mais frequência, não têm paciência, interrompem conversas…;
– Discalculia: dificuldade de aprender tudo o que está relacionado a números como: operações matemáticas; dificuldade de entender os conceitos e a aplicação da matemática; seguir sequências; classificar números…;
– Dislalia: um distúrbio de fala, caracterizado pela dificuldade em articular as palavras e pela má pronunciação, omitindo, acrescentando, trocando ou distorcendo os fonemas;
– Disortografia: dificuldade de aprender e desenvolver as habilidades da linguagem escrita, é um transtorno específico da grafia que, geralmente, acompanha a dislexia.
Ainda que muitos pensem que transtorno dificuldade de aprendizagem seja o mesmo, é importante ter conhecimento sobre a diferença entre eles. Antes de procurar um professor particular para o seu filho, busque um diagnóstico clínico para saber quais os seus problemas de aprendizagem. Confundir transtorno com dificuldades pode acarretar sérios problemas na vida do sujeito e tratá-los da mesma maneira, provavelmente, não surtirá o efeito desejável.

psicopedagogo é um profissional especializado para diagnosticar os problemas no processo de aprendizagem do estudante, caso você queira descobrir quais os problemas de aprendizagem de seu filho, entre em contato com a nossa equipe e marque um horário conosco.



TECNOLOGIA E SALA DE AULA

Em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares. A opinião é de Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, coordenadora e docente do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Defensora do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) em sala de aula, Beth Almeida faz uma ressalva: a tecnologia não é um enfeite e o professor precisa compreender em quais situações ela efetivamente ajuda noaprendizado dos alunos. "Sempre pergunto aos que usam a tecnologia em alguma atividade: qual foi a contribuição? O que não poderia ser feito sem a tecnologia? Se ele não consegue identificar claramente, significa que não houve um ganho efetivo", explica. 
Nesta entrevista para NOVA ESCOLA, a especialista no uso de novas tecnologias em Educação, formação docente e gestão falou sobre os problemas na formação inicial e continuada dos professores para o uso de TICs e de como integrá-las ao cotidiano escolar.




EVASÃO ESCOLAR

A evasão escolar ocorre quando o aluno deixa de frequentar a aula, caracterizando o abandono da escola durante o ano letivo. No Brasil, a evasão escolar é um grande desafio para as escolas, pais e para o sistema educacional. Segundo dados doINEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira), de 100 alunos que ingressam na escola na 1ª série, 5 não concluem o ensino fundamental, ou seja, 95 terminam a 8ª série (IBGE, 2007).
Em 2007, 4,8% dos alunos matriculados no Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries/1º ao 9º ano) abandonaram a escola. Embora o índice pareça pequeno, corresponde a quase um milhão e meio de alunos. No mesmo ano, 13,2% dos alunos que cursavam o Ensino Médio abandonaram a escola, o que corresponde a pouco mais de um milhão de alunos. Muitos desses alunos retornarão à escola, mas em uma incômoda condição de defasagem idade/série, o que pode causar conflitos e possivelmente nova evasão. As causas da evasão escolar são variadas. Condições socioeconômicas, culturais, geográficas ou mesmo questões referentes aos encaminhamentos didáticos – pedagógicos e a baixa qualidade do ensino das escolas podem ser apontadas como causas possíveis para a evasão escolar no Brasil.

OS MOTIVOS PARA O ABANDONO DA ESCOLA

Dentre os motivos alegados pelos pais ou responsáveis para a evasão dos alunos, são mais frequentes nos anos iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª séries/1º ao 9º ano) os seguintes: Escola distante de casa, falta de transporte escolar, não ter adulto que leve até a escola, falta de interesse e ainda doenças/dificuldades dos alunos.
Ajudar os pais em casa ou no trabalho, necessidade de trabalhar, falta de interesse e proibição dos pais de ir à escola são motivos mais frequentes alegados pelos pais a partir dos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª séries) e pelos próprios alunos no Ensino Médio. Cabe lembrar que, segundo a legislação brasileira, o ensino fundamental é obrigatório para as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, sendo responsabilidade das famílias e do Estado garantir a eles uma educação integral.
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB9394/96) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), um número elevado de faltas sem justificativa e a evasão escolar ferem os direitos das crianças e dos adolescentes. Nesse sentido, cabe a instituição escolar valer-se de todos os recursos dos quais disponha para garantir a permanência dos alunos na escola. Prevê ainda a legislação que esgotados os recursos da escola, a mesma deve informar o Conselho Tutelar do Município sobre os casos de faltas excessivas não justificadas e de evasão escolar, para que o Conselho tome as medidas cabíveis.


PERGUNTAS MOBILIZADORAS


01 Grupo – Evasão Escolar - Quais praticas cotidiana a escola deve repensar para reverter a evasão escolar?



02 Grupo – Família e Escola - A participação dos Pais no cotidiano escolar dos filhos é um fator determinante para o desempenho do aluno na escola. Sendo assim, como garantir uma boa interação entre a escola e a família. Exercendo o papel da família na formação dos  filhos?



03 Grupo – Dificuldade na Aprendizagem - As escolas estão preparadas para ajudar os estudantes que apresentam dificuldades de aprendizagem? Como a escola pode transformar esta realidade?



04 Grupo - Tecnologias - Em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares. Desta forma, como o currículo escolar pode estar associado as novas possibilidades tecnológicas?


QUESTIONÁRIO

QUESTAIONÁRIO SOBRE A UTILIZAÇÃO DO WHATSAPP

1 – VOCÊ UTILIZA O APLICATIVO WHATSAPP?
a)       (    ) SIM
b)       (    ) NÃO    PORQUE NÃO     (    ) NÃO TENHO A APLICATIVO NO CELULAR
                                                   (    ) ACHO QUE NÃO FUNCIONA
                                                 (    ) TENHO DIFICULDADES EM UTILIZAR O APLICATIVO
                                                   (    ) OUTRO (FAVOR ESCREVER O MOTIVO À FRENTE)

2 – SE TIVESSE O APLICATIVO/FOSSEM PASSADAS  MAIS INFORMAÇÕES DE COMO UTILIZA-LO, VOCÊ FARIA USO DESSE APLICATIVO PARA PARTICIPAR DO GRUPO DA SALA DE AULA?
a)      SIM
b)      NÃO

3 – QUAIS AS VANTAGENS DE UTILIZAR O WHATSAPP PARA ESCLARECER DÚVIDAS SOBRE ASSUNTOS DA SALA DE AULA E QUE TIPO DE DÚVIDAS VOCÊS TIRAM?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4 – QUAIS AS DESVANTAGENS DE UTILIZAR O WHATSAPP PARA ESCLARECER DÚVIDAS?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

5 – VOCÊ ACHA QUE A UTILIZAÇÃO DO WHATSAPP CONTRIBUI DE ALGUMA FORMA PARA MELHORAR O SEU RELACIONAMENTO COM A TURMA? POR QUÊ?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

6 – FAÇA COMENTÁRIOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DO WHATSAPP PARA ESCLARECER DÚVIDAS SOBRE OS CONTEÚDOS DA SALA DE AULA.
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

ANALISE DE DADOS (QUESTIONÁRIO)
Analise de dados referentes ao questionário sobre a utilização do Whatsapp na qual vinte alunos responderam. Quando perguntamos sobre a utilização do aplicativo dezessete pessoas responderam que sim, e três responderam que não utilizam por não ter o aplicativo no celular e por ter dificuldade de utilizar. As maiorias das pessoas que responderam que fariam o uso do aplicativo para participar do grupo da sala de aula e apenas cinco disseram que não. Sobre as vantagens de utilizar o Whatsapp para esclarecer dúvidas sobre os assuntos da sala de aula e quais tipos de dúvidas tiram, os vinte alunos responderam que as vantagens são inúmeras e é um aplicativo acessível em quase todo tipo de celular, podendo ser usado para tirar dúvidas referentes a trabalhos, aulas, com os colegas e com o professor. Já nas desvantagens o ponto mais citado pelos participantes foi a falta de internet em alguns momento e quando postam conteúdos que não são interessantes. Nas questões finais quando perguntamos se achavam que a utilização do Whatsapp contribui de alguma forma para melhorar o seu relacionamento com a turma os vinte participantes responderam que sim, pois podemos nos comunicar longe dos muros da universidade, sendo que o aplicativo garante a participação múltipla atreves de grupos com a turma.

CONCLUSÃO/ RESULTADOS

Concluímos que esse trabalho mostra que o aplicativo WhatsApp pode ser uma das ferramentas de auxilio entre professores e alunos ajudando a sanar dúvidas e na participação dos mesmo para intervirem na aprendizagem. O envolvimento deve ser geral e com a participação do professor mediando o grupo o aplicativo WhatsApp pode ser uma ferramenta utilizada na educação.
A oficina teve grande relevância para compreender, a importância do aplicativo reconhecendo seus limites e possibilidades. A proposta de realizar a oficina didática aconteceu conforme foi planejado pela equipe, os momentos iniciais acolhimento e apresentação da turma foram ótimos, foi realizado uma breve apresentação sobre os principais conceitos do WhatsApp e sobre seus criadores, e então apresentado a proposta a turma, todos participaram ativamente e ficou evidente que houve interação e todos discutiram e compartilharam suas opiniões.
Após o debate através do aplicativo todos cantaram a música “Mais uma Vez” de Legião Urbana, e foi feito um vídeo desse momento para “postar” no grupo do whatsapp da oficina, foi um momento ótimo de descontração. Então toda a turma apresentou os resultados das discusões apresentando os diferentes temas propostos pela equipe, foi interessante quando as pessoas realizavam as ligações de um tema com outro, facilitou e firmou a aprendizagem.
Então a turma realizou o questionário para que conhecêssemos mais sobre como o aplicativo que está presente na vida das pessoas e os resultados foram ricos e que merecem uma análise mais discutida e ampliada. Então foram entregues as lembrancinha que foi uma pipoca e um lápis com o símbolo do aplicativo e toda a equipe agradeceu pelo momento de construção e troca que ocorreu durante a tarde.
Dessa forma nossa oficina aconteceu conforme planejado, atingindo nosso objetivo que apresentar o potencial desse aplicativo, já que é quando nos comunicamos, trocamos mensagens, refletimos em grupo, mesmo virtual, que podemos promover momentos de aprendizagens mais prazerosas onde o professor faz a mediação, apontando os caminhos que devem ser traçados.   


REFERENCIAS

HONORATO, Wagner de Almeida Moreira. REIS, Regina Sallete Fernandes. Whatsapp uma nova ferramenta para o ensino.  Simpósio de Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade. Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI Profissional em ensino de Ciências.

CAON, Ângelo Pedrote. SANTOS, Lilian Regina Araujo dos. Possibilidades e Limites do ensino de matemática por meio do whatsapp. Sociedade Brasileira de Matemática, Regional Espírito Santo

ARAÚJO, Patricio Câmara. BOTTENTUIT JUNIOR, João Batista. O aplicativo de comunicação Whatsapp como estratégia no ensino de Filosofia. In: Temática. Fevereiro 2015

                                                                                              
SLIDE - 







 ANEXOS














Nenhum comentário:

Postar um comentário